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Mostrando postagens de Agosto, 2016

Canto do Azulinho*** Cyanoloxia glaucocaerulea (d'Orbigny & Lafresnaye, 1837) _-VÍDEO-

                                        Edição de algumas fotos que fiz, com a gravação de seu belo canto.

Canto-do-sabiá-una *** Turdus flavipes Vieillot, 1818

Fiz um vídeo deste magnífico pássaro, só que ficou muito distante, então editei as melhores fotos com seu belo canto.

Periquito de encontro-amarelo ***Brotogeris chiriri (Vieillot, 1818) _Yellow-chevroned Parakeet_

 RESUMO: O periquito-de-encontro-amarelo ( Brotogeris chiriri ) é uma ave psittaciforme  da  família Psittacidae. Também conhecido como periquito-de-asa-amarela e periquito-estrela. Para os desavisados será considerado como sendo o periquito-rico  ( Brotogeris tirica ), com o qual é extremamente parecido, exceto pela marca amarela no ombro. Para complicar é comum vê-lo na cidade de São Paulo junto a esses periquitos. Torna-se a espécie predominante mais para o norte e oeste do estado. Estas aves podem ser encontradas em campos de vegetação baixa, ilhas de matas     intercaladas, matas ciliares,cerrados  e cerradões. Desloca-se em bandos, muitas vezes de muitos indivíduos. Adaptou-se aos ambientes urbanos, onde tornou-se muito comum. Alime nta-se  de frutos, sementes, flores e néctar. Fonte: wikiaves.com.br ESTADO DE CONSERVAÇÃO: Pouco preocupante Local do registro: Parque das aves, Foz do Iguaçu Paraná

Asa-de-telha (fiscalizando ninho do joão -de- barro) *** Agelaioides badius (Vieillot, 1819)

RESUMO: O asa-de-telha m ede de 15 a 17 cm. Não possui dimorfismo sexual. Tem cor geral marrom escuro, sendo as asas e a cauda mais escuras e as orlas das penas coberteiras marron-avermelhado. Possui uma espécie de “mascara” negra ao redor dos olhos. Tarsos negros. Bico cônico. Se alimenta de  Pequenas frutas, sementes e invertebrados. Gregário, vive em grupos de até 20 aves. Adapta-se a locais semi-urbanizados, sendo comum ao redor das fazendas e nas praças de alguns povoados do interior. Tem normalmente uma ninhada por estação com 2 ovos. Ao contrário de outros do mesmo gênero  Agelaioides badius  não é um parasita pleno, na verdade  Agelaioides badius  também é vítima de outras aves parasitas, principalmente de  Vira-bosta-picumã (Molothrus rufoaxillaris) . Sempre constrói seu próprio ninho, ou seja a camara de incubação em forma de uma pequena “tigela” de barro trançada com fibras vegetais,  onde deposita os ovos, que são de cor branca, embora esta camara seja const