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Mostrando postagens com o rótulo Árvores & Plantas

BERI SILVESTRE *** CANNA LIMBATA (bananeirinha)

                                        Esta plantinha ocorre muito em áreas mais úmidas, acredito que a maioria conhece. Tem uma semente que quando seca fica muito dura e bem pretinha.      NOMES POPULARES: Beri-silvestre, Bananeirinha, Birí, Birí-silvestre                                                                                                                                              ORIGEM: AMÉRICA DO SUL

Buquê-de-noiva/ Grinalda-de-noiva Spirea cantoniensis **** (PLANTAS ORNAMENTAIS)

A  Grinalda-de-noiva  ( Spiraea cantonensis  Lour.) também designada vulgarmente  por  Coroa-nupcial  e  Buquê-nupcial  é uma pla nta da família  Rosaceae,   originária da China e Japão, mas amplamente cultivada, como planta ornamental, noutras regiões, especialmente em regiões temperadas, incluindo em Portugal, onde é frequentemente utilizada em jardins e parques públicos e também em jardins particulares. Fonte: http://obotanicoaprendiznaterradosespantos.blogspot.com.br/ Nome Científico:   Spirea cantoniensis Nomes Populares:  Buquê-de-noiva, Grinalda-de-noiva Família:  Rosaceae   Categoria:   Arbustos Clima:  Continental, Meditarrânio, Oceânico, Subtropical, Temperado, Tropical Origem: Ásia, China, Japão   Altura:  1.2 a 1.8 metros   Luminosidade:   Sol Pleno Ciclo de Vida:  Perene   Desde novinho tive contato com esta planta, e adivinhem como mais a usava?   Usava seus brotos que saiam retos a partir de galhos curvados, para faz

*** ARAÇA-VERMELHO Psidium cattleianum Sabine 1821***

Araçá-rosa ,  araçá-amarelo ,  araçá-vermelho ,  araçá-de-comer ,  araçá-comum ,  araçá-de-coroa ,  araçá-da-praia ,  araçá-do-campo ,  araçazeiro ,  araçaeiro  ou simplesmente  araçá  é uma   árvore   da espécie  Psidium cattleianum , da família Myrtaceae.   Pequena árvore não pioneira, com altura máxima de 9 metros e copa rala. Perenifólia,  vive em ambientes úmidos e iluminados, não sendo encontrada no interior da  mata primaria. Os  frutos são  bagas  arredondadas, verdes ou amarelados (há variedades vermelhas), coroados pelo cálice persistente, de polpa suculenta esbranquiçada, semelhante a uma goiaba pequena e de sabor mais azedo. É encontrada na  Mata Atlântica,   em especial na  floresta ombrófila densa e de restinga (como, por exemplo, no município de ilha comprida, no litoral de São Paulo  mas também pode ocorrer em cerrados, matas de tabuleiro litorâneos e no Planalto Meridional.  Ocorre desde o Piauí até o Rio Grande do Sul.  É bastante cultivada em p

***Agapanthus africanus, (L) Hoffmanns. (Planta muito usada no paisagismo)

  Agapanthus africanus   é uma espécie de planta bulbosa   da família Amaryllidaceae com distribuição natural   na região do  Cabo da Boa Esperança na Africa do Sul. na   A espécie é utilizada como  planta ornamental   encontrando-se naturalizada em diversas regiões de clima temperado quente e mediterrânico.                                                               Espécie: Agapanthus africanus  Família: Amaryllidaceae                  Ordem: Asparagales Sub-classe: Liliidae           Classe:  Liliopsida REINO: Plantae DIVISÃO: Magnoliophyta CLASSE: Liliopsida ORDEM: Asparagales GÊNERO: Agaphantus                   L 'hér ESPÉCIE: A africanus wikipédia Sub-divisão: Magnoliophytina (Angiospermae)  Divisão: Spermatophyta  Tipo Fisionômico: Caméfito  Distribuição Geral: S África  Nome Comum: Agapanto; Tuberosa-azul;  Habitat/Ecologia:  Terrenos incultos; Ruderal;  Sinonímias:  Não tem  Época Floração: Junho - Agosto  No JB-UTAD

*****Eugenia dimorpha O.Berg *** (Quase ameaçada de extinção) Bioma Pampa Canguçu RS

  Eugenia dimorpha é um subarbusto ocorrente em ambientes campestres do Rio Grande do Sul desde o litoral até o oeste, estendendo-se ao longo da metade sul do Estado. É a única espécie do gênero Eugenia endêmica no Rio Grande do Sul. Avaliada na categoria de ameaça Vulnerável (VU) tem como principal ameaça a conversão de seu hábitat, os campos nativos, em lavouras de soja, plantações de árvores exóticas (pínus, acácia-negra, eucalipto) e pastagens com espécies exóticas. A lista da flora ameaçada de extinção do Rio Grande do Sul, coordenada pela Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul, pode ser acessada para consultas e downloads em  LISTA VERMELHA FLORA RS . Fonte:http://www.mcn.fzb.rs.gov.br/conteudo/4961/?Conhecendo_a_flora_amea%C3%A7ada_de_extin%C3%A7%C3%A3o_no_Rio_Grande_do_Sul%3A_Eugenia_dimorpha E. dimorpha  é uma espécie herbácea considerada endêmica do Estado do Rio Grande do Sul e possuindo uma extensão de ocorrência de 170.556,74 km². Encontrada em Flo

*** CIPÓ -DE-LEITE - Oxypetalum pannosum ***

FOTO: Jederson Schwanz   Canguçu/RS Esta espécie acabei fotografando  meio que no instinto, a alguns anos atrás sempre ouvia relatos dos mais antigos sobre uma erva que matavam os animais, (mais precisamente os vacuns) quando ingeridas, e o nome popular que sempre ouvi era o tal "timbó", mas nunca pude ver a tal erva.  Mandei a foto para amigos mais entendidos no assunto, e esta aí o cipó-de-leite.   O assunto ainda segue a respeito da toxidade da planta, tem todo jeito de ser a tal erva que mencionavam os mais antigos. FAMÍLIA: Apocynaceae OCORRÊNCIA NO RS: Nativa FLORESCE: Janeiro FRUTIFICA: Fevereiro a Março ESPÉCIE: Oxipetalum pannosum   Decne                                    CRÉDITOS DA IMAGEM: João Augusto Bagatine   /  Flora Digital Rio Grande do Sul Trepadeira lactescente; folhas opostas aveludadas nas duas faces, simples, subcoriáceas, base cordada e ápice agudo, 5-6 cm de comprimento por 1,5-2 cm de largura; inflorescência axilar

*** ARAÇA-VERMELHO Psidium cattleianum Sabine 1821***

                 ***     ARAÇA-VERMELHO   Psidium     cattleianum  Sabine 1821***                                                                                                                       Araçá-rosa ,  araçá-amarelo ,  araçá-vermelho ,  araçá-de-comer ,  araçá-comum ,  araçá-de-coroa ,  araçá-da-praia ,  araçá-do-campo ,  araçazeiro ,  araçaeiro  ou simplesmente  araçá  é uma   árvore   da espécie  Psidium cattleianum , da família Myrtaceae.                   Pequena árvore não pioneira, com altura máxima de 9 metros e copa rala. Perenifólia,  vive em ambientes úmidos e iluminados, não sendo encontrada no interior da  mata primaria. O tronco tortuoso tem casca lisa que descama em placas finas. As folhas são coriáceas e glabras, com até 10 cm de comprimento. As flores são axilares, solitárias, brancas. Floresce de junho a dezembro. Os frutos amadurecem de setembro a março. Os  frutos são  bagas  arredondadas, verdes ou amarelados (há variedades vermelhas), cor